quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

OURO de OFIR




















Não sei caminhar



Não sei te encontrar

Estou sem destino

No mundo a vagar


Estrelas que caem

Pedidos que vão

Perdidos na noite

São sonhos em vão


Porque não respondes

O grito do coração

Você me encantou e deixou

As flôres na minha mão


Es ouro de ofir

Eu grito na escuridão

E eco ressoa

Agora sem direção



Não vou desistir

Não posso parar

pois tudo que quero

É ter voçê comigo


Não é devaneio

Nem é ilusão

É a rara verdade

É o que tenho no coração


Pedro Pugliese 22 de fevereiro 2012 , num parada na estrada .






Um comentário:

  1. Perfeita, a cadência das palavras, esse ritmo do poema é contagiante...Beijos meu lindo.

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